quinta-feira, 22 de junho de 2017

Trabalhadores de Pelotas realizam esquenta para a Greve Geral do dia 30/6

Nesta terça-feira, 20, entidades sociais e sindicais de Pelotas realizaram promoveram uma série de atividades de mobilização preparatórias para 2ª Greve Geral, marcada para o dia 30 de junho. A atividade, organizada pela Frente em defesa do serviço público, das conquistas sociais e trabalhistas, buscou sensibilizar a população para que a luta do dia 30 demonstre a unificação do povo contra as propostas do governo golpista.



O “aquece” para Greve Geral contou com voluntários de diversos sindicatos e entidades sociais da região. Os trabalhadores conversaram com a população, tiraram dúvidas e entregaram panfletos informativos conta as reformas trabalhista e previdenciária. A atividade ainda contou com mobilização cultural, com a presença de bandas locais. Daniela Brizolara, Dena Vargas, Miro Machado e Mauscacos passaram, através de notas musicais, a mensagem de uma juventude indignada com a realidade política do país.




A 2ª Greve Geral de 2017 está prevista para o dia 30 de junho, o objetivo da mobilização é barrar as reformas que tramitam no Congresso Nacional, reivindicar o Fora Temer e a realização de Eleições Diretas já. A participação do Sinasefe IFSul está sendo discutida com as bases do Sindicato e será definida na Assembleia Geral do dia 23 de junho, no mini-auditório II do Campus Pelotas.

terça-feira, 20 de junho de 2017

Greve Geral de 30/6: Sinasefe-IFSul consulta às bases

Do dia 19 ao dia 22 de junho, os Conselheiros de Base do Sinasefe-IFSul realizam uma consulta aos seus pares sobre a participação da Seção Sindical ao movimento de Greve Geral, convocado pelas centrais sindicais e pelo Sinasefe Nacional, para o dia 30 de junho.

Será a segunda Greve Geral deste ano e a principal resposta da classe trabalhadora à crise política, econômica e social que vive o país.  Converse com o seu representante e participe da consulta. O Sinasefe-IFSul reforça, ainda, o convite a representantes de base e sindicalizados para que participem da Assembleia Geral do dia 23/6, que irá definir e organizar a participação da Seção na Greve Geral.

Assembleia Geral do Sinasefe-IFSul


segunda-feira, 19 de junho de 2017

Assembleia Geral: Eleições do Sinasefe-IFSul serão em Agosto

A Assembleia Geral do Sinasefe-IFSul realizada da última quarta-feira, 14, definiu que a nova eleição para a diretoria do Sindicato será realizada em agosto. A representante da COE, Luciara Moraes, informou alguns procedimentos que serão adotados neste pleito, como horário de votação das 10h às 20h e a possibilidade das inscrições para mesários serem realizadas através de formulário online. O edital do processo eleitoral 2017 do Sinasefe-IFSul será divulgado pela COE nos próximos dias.

A plenária discutiu ainda a mobilização do dia 20 de junho, a Greve Geral prevista para 30 de junho – que passará por discussão com a base do Sinasefe-IFSul na próxima semana – e a representação do Sindicato para a 150ª Plenária Nacional do Sinasefe, que será realizada nos dias 8 e 9 de julho, em Brasília. Para a Plena, foram aprovados os nomes de Marlise Vitcel, como representante da diretoria do Sinasefe-IFSul, e José Ricardo Nogueira, como representante de base.

Mobilizações
Conforme convocação pelas centrais sindicais e do Sinasefe Nacional, no dia 20 de junho serão realizadas mobilizações preparatórias para a Greve Geral em todo o país. O Sinasefe-IFSul participará das atividades em Pelotas, organizadas pela Frente em defesa do serviço público, das conquistas sociais e trabalhistas, mas não haverá paralisação.

Para o dia 30 de Junho está prevista a segunda Greve Geral de 2017. A adesão do Sinasefe-IFSul será discutida com a base ao longo da semana e as atividades de mobilização discutidas na próxima assembleia geral, marcada para o dia 23 de junho, às 17h.

Eleições Sinasefe-IFSul:
Realização: Agosto de 2017
Horário de votação: Das 10h às 20h
Inscrições para mesários: Através de formulário online e na secretaria do Sindicato | *Não serão aceitas inscrições via telefone

quarta-feira, 14 de junho de 2017

150ª PLENA: fórum acontecerá dias 8 e 9 de julho



A Direção Nacional (DN) do SINASEFE convoca nesta segunda-feira (12/06) a 150ª Plenária Nacional do sindicato, que será realizada nos dias 8 e 9 de julho de 2017, no San Marco Hotel, em Brasília-DF. Demandas específicas da Rede Federal, finanças da entidade e a conjuntura nacional são alguns dos destaques da pauta proposta para o evento.

Pauta
O fórum - terceiro de 2017 e nono da gestão 2016-2018 da DN - também vai debater a prestação de contas e a agenda do SINASEFE, o calendário de lutas para o próximo período e encaminhamentos da Comissão Nacional de Supervisão do PCCATAE (CNS) e da Comissão Nacional Docente (CND). Baixe aqui o Ofício Circular nº 10/2017, que traz a convocatória com informações mais detalhadas da programação da 150ª PLENA e os valores de hospedagem do hotel San Marco.

Creche
O direito à creche para os filhos dos sindicalizados estará garantido aos que solicitarem o serviço, como acontece em nossos eventos. Os contatos para reserva de vagas e dimensionamento do tamanho da nossa creche devem ser feitos até o dia 07 de julho pelo telefone (61) 2192-4050.

Divulgação
Fique por dentro das informações mais atualizadas de nossa 150ª PLENA no evento público do fórum: clique aqui para ir ao Facebook e se inscrever nele!

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Greve Geral de 30/06: confira nota da Direção Nacional

Nota da Direção Nacional do SINASEFE: GREVE GERAL 30/06

Paremos todos os campi e reitorias da Rede Federal de Educação Básica, Profissional, Científica e Tecnológica e as instituições de ensino vinculadas o Ministério da Defesa dia 30 de junho.
No dia 5 de junho as centrais sindicais aprovaram o dia 30 de junho como o dia de realização da Greve Geral no Brasil. Assim, queremos aqui realizar o mais amplo chamado às bases do SINASEFE para participarem deste dia de Greve Geral. Orientamos, também, que as nossas bases participem ativamente das ações unitárias que visem à construção desse movimento.
As centrais sindicais ao aprovarem a realização da Greve Geral, formularam quatro eixos de luta:
1.Contra a Reforma da Previdência (Proposta de Emenda à Constituição nº 287/2016) – que, se aprovada, nos obrigará a trabalhar até morrer, ou seja, a referida PEC representa o fim da aposentadoria dos brasileiros;
2.Contra a Reforma Trabalhista – que ameaça acabar com direitos históricos conquistados pela classe trabalhadora, como férias, 13º salário e tantos outros;
3.Contra as Terceirizações – que precarizam o trabalho e ameaçam acabar com a existência dos servidores públicos, podendo acarretar, inclusive, na terceirização da atividade docente e na extinção das carreiras dos professores federais e dos técnico-administrativos em educação. Essas carreiras são fruto das muitas lutas e greves que realizamos nesses 28 anos de existência do SINASEFE e não abriremos mão dessas conquistas.
4.Fora Temer, aqui cumpre esclarecer que para a greve geral do dia 28.04, apenas os três eixos acima eram acordados entre as centrais, mesmo a CSP – Conlutas defendendo Fora Temer e todos os corruptos do Congresso Nacional nas reuniões das centrais. A incorporação deste eixo é uma necessidade a classe trabalhadora, que rejeita Temer e suas reformas.
Esses eixos hoje têm unificado milhões de trabalhadores e trabalhadores a irem à luta.
Neste sentido, e com o espírito de luta, que após a vitoriosa greve geral do dia 28 de abril na Plenária 149ª, realizada entre os dias 29 de abril e 1º maio, nossa categoria aprovou que a prioridade é a realização de uma nova Greve Geral no Brasil. Compreendemos que sem uma nova mobilização desta dimensão não poderemos derrotar as reformas nem colocar para fora Temer e todos os corruptos do Congresso Nacional e aqueles que atacam os nossos direitos.
Por tanto, após a definição data da Greve Geral, devemos enquanto classe ter o compromisso de novamente parar pelos menos 40 milhões de trabalhadores e trabalhadoras, assim como fizemos no dia 28 de abril.
E, novamente, no dia 30 de junho parar o Brasil! Para isso, compreendemos que o papel do SINASEFE, desde sua Direção Nacional (DN) até suas mais de 90 seções sindicais, é de paralisar todos os campi e reitorias da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica; dos Colégios, Escolas Militares e as Instituições de ensino vinculadas o Ministério da Defesa; do Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines); e do Colégio Pedro II (CPII). Esta deve ser a contribuição do SINASEFE e de suas bases à luta de toda classe trabalhadora no próximo dia 30.
Necessitamos que sejam organizadas assembleias, plenárias e a construção de comitês populares contra a Reforma da Previdência, a Reforma Trabalhista e as terceirizações. Só assim iremos parar todo o Brasil dia 30 de junho, realizando manifestações nos municípios, estados e no Distrito Federal.
Nos locais de trabalho onde ainda não há seção sindical organizada ou existem dificuldades de mobilização, colocamos a DN do SINASEFE à disposição para realizar assembleias e aprovar a Greve Geral pela base.
Enfim, companheiros e companheiras do SINASEFE, assim como fizemos para a Greve Geral do dia 28 de abril, devemos novamente colocar a "mão na massa" e realizarmos uma Greve Geral mais forte no Brasil 30 de junho.

Contra a Reforma da Previdência!
Contra a Reforma Trabalhista!
Contra as Terceirizações!
Fora Temer!
Todos e todas à Greve Geral em 30/06/2017!
Direção Nacional do SINASEFE

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Assembleia Geral do Sinasefe-IFSul


Reforma trabalhista é aprovada na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado

Não vamos deixar passar, 30 de junho é dia de greve geral!

Por 14 votos a 11, A CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado aprovou o projeto da reforma trabalhista no fim da tarde desta terça-feira (6). Agora, o texto segue para outras duas comissões, a primeira de Assuntos Sociais e a segunda de Constituição e Justiça, antes de seguir para votação no plenário do Senado.

Após oito horas de sessão, o relatório do deputado Ricardo Ferraço (PSDB-ES) foi aprovado favorável ao projeto. O texto-base segue para as comissões como foi aprovado na Câmara, sem alteração, mesmo após as tentativas dos senadores em mudar itens da reforma ou de retirá-la da pauta.

No entanto, o relator orientou seguir a tramitação e algumas mudanças que tornariam a reforma mais “branda”, sugeriu serem feitas pelo governo quando o presidente Temer sancionar a proposta, por meio de MP (Medida Provisória).

Os trabalhadores não devem se enganar, as mudanças por MP tendem a ser para pior e já estão acontecendo. Exemplo recente foi a MP 767/17 aprovada no dia 24 de maio e que amplia a carência para o acesso ao auxílio-doença assim como o salário-maternidade (veja matéria aqui).

A CSP-Conlutas é contra as mudanças na reforma e defende que o projeto seja retirado da pauta do Congresso Nacional.

Se passar, a reforma representará a retirada de direitos históricos dos trabalhadores. Prevê negociações diretas entre patrão e empregados, e isso significará, na prática, que direitos garantidos pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) e que protegem o trabalhador sejam rebaixados em acordos impostos pelos patrões.

Esses são alguns dos ataques:

CLT perde força

Fortalece acordos individuais em detrimento da lei e de acordos de convenções coletivas. Poderão ser objeto de acordo individual: parcelamento de férias, banco de horas, jornada de trabalho e jornada em escala (12X36), mediante mero acordo individual escrito, convenção coletiva ou acordo coletivo e sem intervalos. Alguns pontos, asseguram que não poderão ser negociados como FGTS, seguro desemprego e 13º salário. Mas não podemos confiar. Ou seja, acabarão com a demissão por justa causa em que os patrões são obrigados a pagar todos os direitos.

 Férias

Permite o parcelamento das férias em até três vezes desde que um dos períodos tenha mais de 14 dias. De acordo, com as necessidades da patronal, é claro.

Rescisão por acordo

Permite a rescisão do contrato de trabalho “por acordo”, reduzindo o valor do aviso prévio indenizado e a multa de 40% sobre o saldo do FGTS pela metade. Nesse caso, o trabalhador poderá sacar 80% do saldo do FGTS. Mas não terá direito ao seguro-desemprego. A rescisão passará a ser feita na própria empresa, na presença dos advogados do patrão e do trabalhador, e não mais em sindicatos como prevê a legislação hoje. Imagine quem imporá as regras?

Grávidas e lactantes

Poderão trabalhar em locais insalubres de graus “mínimo” e “médio”, desde que apresentem atestado médico. Em caso de grau máximo de insalubridade, o trabalho não será permitido.

Atualmente, grávidas e lactantes não podem trabalhar em locais insalubres, independentemente do grau de insalubridade.

Greve Geral para barrar as reformas

O dirigente da CSP-Conlutas, Luiz Carlos Prates, o Mancha, destacou que é preciso intensificar as mobilizações e impedir essa reforma. As Centrais já orientaram um dia de agitação no dia 20 de junho, que será um esquenta para a Greve Geral, marcada para o dia 30 de junho.

Centrais convocam trabalhadores para greve geral em 30/06


No dia 05 de Junho, em São Paulo, as Centrais Sindicais se reuniram para definir o próximo período de lutas para derrubar as reformas trabalhistas e da Previdência e o (des)governo Temer. A Greve Geral foi convocada para o dia 30 de junho. Além disso, está marcado um Dia Nacional de Mobilização (o "esquenta") acontecerá no dia 20 de junho, com panfletagens convocando a Greve Geral.

Agenda
De 6 a 23 de junho, plenárias estaduais serão organizadas também para discutir a organização desta luta com as categorias e representantes das Centrais. As Assembleias também ocorrerão neste período, para que as diversas categorias referendem a data marcada para a Greve Geral. Um jornal unitário será produzido e distribuído no Dia Nacional de Mobilização: 20 de junho. Ficou definido, ainda, que uma nova reunião acontece neste próximo dia 7, no Dieese.

CSP-Conlutas defendeu 48h
Representaram a CSP-Conlutas os dirigentes membros da Secretaria Executiva Nacional da Central, Atnágoras Lopes, Luiz Carlos Prates, o Mancha, Magno Carvalho e Mauro Puerro.
Para Mancha, a necessidade de mantermos a mobilização diante da instabilidade política é mais do que necessária, e que o modo como ainda seguem tramitando os ataques aos trabalhadores no Congresso Nacional, nos exige organização de luta antes mesmo desta nova Greve Geral. “Existe um aprofundamento da crise política, temos uma situação do imponderável. Não sabemos o que acontece agora ou amanhã. Por outro lado, existe acordo entre setores patronais e a imprensa de que é necessário concretizar estas reformas. Independentemente de quem assume o plantão no governo, a tendência é que sigam com a agenda. Amanhã temos votação sobre a reforma trabalhista no CAE [Comissão de Assuntos Econômicos], temos mais duas comissões, mas o que fato é que a batalha nesse terreno continua. É necessário terminar este semestre numa posição de mobilização para fazermos algo superior à greve geral do dia 28”, destacou em reunião.
Apesar de as Centrais determinarem Greve de 24 horas, Mancha defendeu que “uma Greve Geral de 48 horas seria a melhor decisão para a mobilização”, relembrando que “em 89 começou assim, com um primeiro dia muito importante e que ganhou ainda mais força em seu segundo dia”. Como não houve consenso entre as demais Centrais, a CSP-Conlutas acordou com a data definida.
Confira o vídeo com a fala do dirigente.

Nota conjunta
As Centrais divulgaram nota conjunta que detalha a agenda de mobilização para a preparação do dia 30 de junho. Leia o texto completo abaixo:
As Centrais Sindicais convocam a classe trabalhadora para um calendário de luta e nova GREVE GERAL dia 30 de junho.
As centrais sindicais, (CUT, UGT, Força Sindical, CTB, Nova Central, CGTB, CSP-Conlutas, Intersindical, CSB e A Pública- Central do Servidor), convocam todas as suas bases para o calendário de luta e indicam uma nova GREVE GERAL dia 30 de junho.
As centrais sindicais irão colocar força total na mobilização da greve em defesa dos direitos sociais e trabalhistas, contra as reformas trabalhista e previdenciária, contra a terceirização indiscriminada e pelo #ForaTemer.
Dentro do calendário de luta, as centrais também convocam para o dia 20 de junho – O Esquenta Greve Geral, um dia de mobilização nacional pela convocação da greve geral.
Ficou definido também a produção de jornal unificado para a ampla mobilização da sociedade. E ficou agendada nova reunião para organização da greve geral para o dia 07 de junho de 2017, às 10h na sede do DIEESE.

Agenda
  • 06 a 23 de junho: Convocação de plenárias, assembleias e reuniões, em todo o Brasil, para a construção da GREVE GERAL.
  • Dia 20 de junho: Esquenta greve geral com atos e panfletagens das centrais sindicais;
  • 30 de junho: GREVE GERAL.

Assinam as Centrais:
CUT, UGT, Força Sindical, CTB, Nova Central, CGTB, CSP-Conlutas, Intersindical, CSB e A Pública- Central do Servidor

sábado, 3 de junho de 2017

Assembleia Geral: Conselho Fiscal assume a direção do Sinasefe-IFSul e encaminha novo processo eleitoral


A Assembleia Geral do Sinasefe-IFSul realizada na última quarta-feira, 31, encaminhou a reestruturação da diretoria do Sindicato. Com a vacância de todos os cargos da diretoria, um novo processo eleitoral terá início imediatamente. Como houve a demissão de uma chapa inteira, não haverá reposição de membros, assim, o novo grupo eleito assumirá o Sindicato para um novo mandato completo, com a duração de dois anos.
Até que o processo eleitoral seja concluído, o Sindicato fica sob a gestão do Conselho Fiscal, que encaminha também a eleição da nova diretoria. O presidente do Conselho Fiscal, Marco Antônio Vaz, solicitou autorização da plenária para ser assessorado por alguns filiados na condução do sindicato, durante este período de transição entre as gestões. O pedido foi acatado, sem manifestações contrárias.
O coordenador Paulo Renato Baptista, que conduziu o sindicato desde a demissão em massa dos diretores, na última semana, fez uma exposição de pontos que apontou como pertinentes ao momento vivido pelo sindicato destacando, em especial. o compromisso que se assume ao fazer parte de uma gestão e lembrou a todos que este deve estar acima de opiniões, crises e divergências individuais. Ao final, entregou uma carta com o pedido de afastamento.

Comissão Eleitoral
Durante a assembleia foram escolhidos cinco sindicalizados para compor a Comissão Eleitoral Central, que irá organizar o pleito nas 14 unidades que compõe a base do Sinasefe-IFSul.  Os servidores Gustavo Fabro, Luiz Arthur e Luciara Moraes são os titulares da Comissão e Marinez dos Santos e Vilton Botesele ficaram na suplência.

Outros
O representante da Comissão de Avaliação dos Critérios de Seleção, Demissão e Condições de Trabalho dos Colaboradores do Sinasefe-IFSul, Manoel Porto Jr., fez a leitura do relatório elaborado pelo grupo, que teve seus encaminhamentos apreciados pela plenária. Foi aprovado que toda contratação ou demissão de trabalhadores do Sinasefe-IFSul – independentemente do tipo de vínculo - deverá ser aprovada em Assembleia Geral. Outras proposições que alteram questões regimentais serão discutidas com a próxima gestão eleita.

terça-feira, 30 de maio de 2017

Servidores fazem campanha pela Racionalização do cargo de Assistente de Aluno de nível C para nível D

Servidores de todo o país divulgam a campanha de coleta de assinaturas online – através do portal E-Cidadania – para a racionalização do cargo de Assistente de Aluno nível C para nível D. A consulta criada pela servidora Aline Siebra Fonteles Lopes (IFCE), fica aberta até o dia 20 de setembro, data limite para atingir o mínimo de 20 mil assinaturas e, assim, ser tornar uma Sugestão Legislativa e ser debatida pelos Senadores.

Segundo a PCCTAE, lei que rege os técnicos administrativos da educação, os assistentes de alunos, entre outros cargos, pertencem ao nível C e para ingresso no cargo precisam ter nível médio completo, o que vai de encontro com a mesma lei que determina o nível hierárquico por grau de escolaridade. Segundo a autora da consulta, o cargo de assistente de alunos nunca pediu nível fundamental, desde a sua criação, mais ou menos em 1979, e sim, nível médio. Dessa forma há um erro grosseiro e injusto contra o cargo, que deve ser corrigido.

Apoie esta causa através do link:
https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaoideia?id=74764&voto=favor

*Sugestão de pauta da representante do Conselho Fiscal do Sinasefe-IFSul, Marlise Vitcel.

Assembleia Geral do Sinasefe-IFSul



sábado, 27 de maio de 2017

Chá dos aposentados | Maio 2017

     Na última quinta-feira, 25, os servidores inativos do Sinasefe-IFSul foram recepcionados em mais uma edição do tradicional Chá dos Aposentados.
Na ocasião o Prof. Paulo Renato Baptista, a pedido da Tolentina, coordenadora dos aposentados, deu esclarecimentos a respeito da situação do Sindicato com a demissão de todos os integrantes da Diretoria  à exceção sua que permanece por uma semana para garantir a continuidade de ações administrativas. A atividade foi realizada na sede do Sindicato e teve como tema o mês das mães. Veja as fotos:















quinta-feira, 25 de maio de 2017

Assembleia Geral discute recomposição da diretoria do Sinasefe-IFSul

A assembleia geral realizada nesta quarta-feira, 24, na sede do Sinasefe-IFSul, teve como pauta central a discussão sobre a recomposição da diretoria do Sindicato. Na última semana, 11 dos 12 diretores encaminharam cartas de demissão para a secretaria do Sinasefe, informando o afastamento imediato de suas funções.
Paulo Renato Baptista, coordenador suplente da chapa União Classista, eleita em março de 2016 para comandar o Sindicato até o final de 2017, é o único coordenador remanescente. Assim, ele permanece no comando do Sindicato até que a gestão seja recomposta ou que novas eleições sejam realizadas.
A assembleia foi iniciada pelas ex-coordenadoras de ação, Daiani Luche e Stela Maris Pinheiro, que após os informes entregaram suas cartas de demissão. Com isso, os diretores remanescentes foram convocados para assumir a condução  da mesa, neste momento os coordenadores Gilberto Pedroso, Nádia Rodrigues e Paulo Martins também comunicarão que estariam se retirando da gestão.  Na terça-feira, 23, Ana Luiza Schneider, Francilon Simões, Leandro Barbosa, Maria Lúcia Monteiro, Osni Rodrigues e Vitor Dias entregaram suas cartas de demissão.
Com a entrega das últimas cartas de demissão, no início da assembleia, Paulo Baptista assumiu a condução da mesa juntamente com Marco Antônio Vaz, Marlise Vitcel – membros do Conselho Fiscal - e Gizele Costa - representante dos servidores do Campus Pelotas que encaminhou a solicitação de Assembleia Geral. A assembleia foi convocada pela base, com respaldo em uma solicitação acompanhada por mais de 200 assinaturas de filiados.

Recomposição da Diretoria
Após uma ampla discussão, a plenária encaminhou a realização de uma nova Assembleia Geral na próxima quarta-feira, 31, às 16h45, na qual será definida a reestruturação da diretoria do Sinasefe-IFSul. A decisão considerou a permanência de um dos diretores eleitos, o que impede a convocação imediata de novas eleições.
Sobre a possibilidade de recomposição em assembleia, foi avaliada a necessidade de ampliar o debate e possibilitar a presença de candidatos de outros campus, uma vez que os sindicalizados do campus Pelotas representavam a maioria absoluta da plenária. O Sinasefe-IFSul ressalta a importância de que todos os sindicalizados que tenham interesse em participar de uma eventual recomposição da diretoria ou das discussões relacionadas devem estar presentes na Assembleia Geral do dia 31 de maio.

Relatório Comissão
A Comissão para analisar a política de contratação e demissão de pessoal do Sinasefe-IFSul, criada na Assembleia Geral do dia 24 de abril, apresentou o relatório elaborado para a plenária. Os membros informaram que enfrentaram uma certa dificuldade para encontrar os critérios atuais que regem as contratações e demissões no sindicato. Com base no regimento do Sindicato e nas discussões do grupo, foi elaborada uma proposta para regulamentar estes processos.
A proposta segue agora para avaliação da diretoria do Sindicato. Ainda na assembleia do dia 24 de abril, a base aprovou o encaminhamento de que todas as demissões do Sindicato devem passar por assembleia geral.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Assembleia Geral do Sinasefe-IFSul

CONVOCAÇÃO

Os filiados, da Seção Sindical do IFSUL, abaixo assinados de acordo com Artigo 18 inciso III convocam para Assembléia Geral a ser realizada, dia 24 de maio de 2017, na sede do Sinasefe (Rua XV de novembro, 224), às 17 horas em primeira chamada e às 17 horas e 15 minutos em segunda chamada, para deliberar sobre a seguinte pauta:
 Recomposição da Diretoria da Seção Sindical a partir do documento de saída da gestão de Leandro (Camaquã), Osni (CaVG), Maria Lúcia (CaVG), Vitor (CaVG) e Francilon (Santana do Livramento);
 Pagamento do servidor da Seção Sindical José Borges Leal;
 Relatório da comissão criada para analisar a política de contratação e demissão de pessoal do Sinasefe;
 Outros


quinta-feira, 11 de maio de 2017

Moção dos servidores do campus Pelotas

M O Ç Ã O

QUEM QUER NOS DIVIDIR, NÃO PODE NOS DIRIGIR

     Nós, servidores/as do Câmpus Pelotas do IFSul, reunidos/as em Reunião, no dia 10 de maio de 2017, manifestamos nossa disposição e empenho para a construção da luta unificada dos servidores/as do IFSul. Participamos das lutas históricas que permitiram, inclusive, a expansão de nossa Rede Federal de EPCT, além de várias outras conquistas, arrancadas dos governos através de muitas mobilizações e greves.
     Muito nos motiva o ingresso de novos/as servidores/as em vários Câmpus do nosso instituto, com os quais pretendemos trilhar, ombro a ombro, os caminhos que virão. Reconhecemos os avanços organizativos que levaram às várias mobilizações que ocorrem nos território de atuação de nossos companheiros e companheiras e entendemos que trata-se de uma organização solidária e coletiva, antes de ser resultado de tarefa exclusiva de alguém ou alguns.
     Dessa forma, refutamos discursos que buscam a divisão da categoria, visando gerir nossa principal ferramenta de lutas – o SINASEFE – a partir de intrigas descabidas. Prezamos pela nossa construção sindical, da qual fazem parte nossos/as trabalhadores/as que atuam no sindicato.
     Que a realidade não seja distorcida: quem quer nos dividir, não pode nos dirigir!

SERVIDORES DO IFSUL – CÂMPUS PELOTAS


quarta-feira, 3 de maio de 2017

#28deAbril A Greve Geral parou o Brasil

Foto: Assessoria ADUFPel

O Brasil literalmente parou na sexta-feira, 28 de abril, com a realização da primeira greve geral da classe trabalhadora dos últimos 28 anos - que, certamente, não será a única greve geral de 2017 a depender da disposição dos trabalhadores para lutar pela manutenção dos seus direitos! Convocada em 27 de março, por nove das principais centrais sindicais do país, contra o conjunto de ataques do governo Temer (principalmente as Reformas Previdenciária, Trabalhista e a Lei das Terceirizações), o movimentou ganhou adesão de praticamente todos os setores e categorias de trabalhadores do setor público e privado, mostrando o caminho que devemos trilhar para garantir nossas conquistas e ampliar nossos direitos e horizontes de lutas: a unidade.

| Parou tudo!
Praticamente nenhum serviço de transporte público (ônibus, BRTs, metrôs, trens e VLTs) funcionou em grande parte das cidades brasileiras durante a greve geral. Até em alguns aeroportos os voos foram suspensos, total ou parcialmente. Escolas e universidades, públicas e privadas, cancelaram suas aulas. A maioria dos grandes centros comerciais do país também fecharam suas portas. As cidades menores também participaram do movimento e tiveram um “dia útil” com todo o contorno de feriado, com pouco ou nenhum movimento em seus comércios e zonas produtivas.

| Repercussão, ataques e lições
Todos os veículos da imprensa de massa apressaram-se em dar grande cobertura à greve geral. Desde a madrugada, quando começaram os primeiros protestos com fechamentos de vias e formação de congestionamentos recordes, houve cobertura ao vivo das atividades da greve.
Tentaram, a todo momento, caracterizar a resistência legítima da população em defesa dos seus direitos trabalhistas e previdenciários como “violenta” e “pequena”. Mas não souberam como justificar que um movimento “minoritário” e “pífio” (nas palavras do Ministro da Justiça, Osmar Serraglio) deixou as cidades desertas e ocupou tanto espaço na cobertura jornalística.
O presidente ilegítimo Michel Temer lançou uma Nota Oficial para comentar um movimento restrito a “pequenos grupos”. Representantes do governo tentaram reduzir o impacto da Greve Geral e afirmaram que as reformas não devem ser afetadas pelo movimento. No entanto, muitos senadores já sinalizaram uma mudança de opinião e passaram a questionar o encaminhamento das reformas.

| Repressão
A Polícia Militar, mais uma vez, fez o que estamos acostumados a ver e lamentar: envergonhou o Brasil e rebaixou nossa nota para o próximo ranking mundial de respeito aos direitos humanos. Agressões e prisões desmedidas e injustificadas contra movimentos e manifestantes pacíficos foram registradas em várias cidades. As mais preocupantes no Rio de Janeiro-RJ, com disparos de muitas bombas e balas de borracha para dispersar um ato de rua que transcorria sem nenhum indício mínimo de desordem - uma bibliotecária foi gravemente ferida por um dos tiros da PM; e em Goiânia-GO, onde o estudante Mateus Ferreira foi atingido na cabeça por um golpe de cassetete e ficou gravemente ferido.

| Ameaças ao direito de greve
Não bastou colocar em tramitação no Congresso projetos que restringem o direito de greve de funcionários públicos. Não bastou o Supremo Tribunal Federal (STF) optar por legislar (que não é sua função) e proibir o direito de greve de servidores civis que trabalham na segurança pública. Para ser ainda mais contundente no ataque ao direito de greve dos trabalhadores, o Presidente da República (Michel Temer) afirmou que o trabalhador que aderisse à greve geral teria o seu dia de trabalho cortado.
O Ministério Público do Trabalho lançou, antes da greve, uma Nota Pública que afirmou que os trabalhadores possuem direito constitucional à greve, em resposta a posturas autoritárias. Ao final, dado o sucesso da Greve Geral, ficou claro que as ameaças não amedrontaram a população - que cruzou os braços, faltou ao trabalho e foi às ruas protestar.

| Participação do SINASEFE
O SINASEFE NACIONAL convocou as centrais sindicais ao chamamento da greve geral para a segunda quinzena de abril no final de março. Assim que a greve foi confirmada para o dia 28/04, o SINASEFE direcionou um novo chamado às suas bases, clamando pela adesão e construção do movimento em cada cidade. Debatida e aprovada sucessivamente em várias das nossas Plenárias Nacionais desde o segundo semestre de 2016, a greve geral se tornou uma das bandeiras do SINASEFE para reversão da atual conjuntura. 
Praticamente toda a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica parou suas atividades na última sexta-feira, havendo inclusive a adesão dos servidores civis das Instituições Militares de Ensino (IFE Militares) ao movimento paredista - enfrentando todo tipo de assédio moral e de práticas antissindicais dos gestores militares dessas instituições.

| Mobilização no IFSul 
Os servidores do Instituto Federal aprovaram, em assembleia geral realizada no dia 24 de abril, a adesão ao movimento de Greve Geral do dia 28 de abril. As atividades acadêmicas foram suspensas nos 14 campi da instituição. Os servidores participaram de mobilizações nas cidades de Bagé, Camaquã, Passo Fundo, Pelotas, Santana do Livramento e Venâncio Aires. Em todo o país, as mobilizações iniciaram ainda na madrugada, quando o transporte público foi parado na maioria das cidades. O transporte intermunicipal foi interrompido em diversos locais com apoio de barreiras nas estradas. No Rio Grande do Sul, trechos de oito rodovias foram fechados. 
Em Pelotas, foram realizadas duas rondas no centro da cidade, nas quais foram distribuídos materiais explicativos sobre as reformas. No final do dia, milhares de pessoas se reuniram no largo do Mercado Público e saíram em marcha pelo centro da cidade. O ato, organizado pela Frente em defesa do serviço público, das conquistas sociais e trabalhistas, foi um dos maiores já realizados, congregando movimentos sindicais, sociais, estudantis e população em geral.

| Avaliação: Continuar e Ampliar a Mobilização Contra a Retirada de Direitos!
As Centrais Sindicais, reunidas no dia 04 de maio, avaliaram a Greve Geral do dia 28 de abril como a maior mobilização da classe trabalhadora brasileira. Os trabalhadores demonstraram sua disposição em combater o desmonte da Previdência social, dos direitos trabalhistas e das organizações sindicais de trabalhadores.
A forte paralisação teve adesão nas fábricas, escolas, órgãos públicos, bancos, transportes urbanos, portos e outros setores da economia e teve o apoio de entidades da sociedade civil como a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o Ministério Público do Trabalho, associações de magistrados e advogados trabalhistas, além do enorme apoio e simpatia da população, desde as grandes capitais até pequenas cidades do interior.
As Centrais Sindicais também reafirmaram sua disposição de luta em defesa dos direitos e definiram o seguinte calendário para continuidade e ampliação das mobilizações: 

8 a 12 de maio
Comitiva permanente de dirigentes sindicais no Congresso Nacional para pressionar os deputados e senadores e também atividades em suas bases eleitorais para que votem contra a retirada de direitos;
Atividades nas bases sindicais e nas ruas para continuar e aprofundar o debate com os trabalhadores e a população, sobre os efeitos negativos para a toda sociedade e para o desenvolvimento econômico e social brasileiro.

15 a 19 de maio
#OcupaBrasília: conclamamos toda a sociedade brasileira, as diversas categorias de trabalhadores do campo e da cidade, os movimentos sociais e de cultura, a ocuparem Brasília-DF para reiterar que a população brasileira é frontalmente contra a aprovação da Reforma da previdência, da Reforma Trabalhista e de toda e qualquer retirada de direitos;
Marcha a Brasília-DF: em conjunto com as organizações sindicais e sociais de todo o país, realizar uma grande manifestação em Brasília contra a retirada de direitos.
Se isso ainda não bastar, as Centrais Sindicais assumem o compromisso de organizar um movimento ainda mais forte do que foi o 28 de abril.

Nota de repúdio contra a violência policial durante a Greve Geral de 28 de abril

O Sinasefe Seção IFSul vem por meio deste manifestar o seu absoluto repúdio à violência e repressão policial contra trabalhadores, estudantes e sociedade civil durante as manifestações realizadas em todo o país, na última sexta-feira, 28 de abril. O dia de Greve Geral da classe trabalhadora brasileira foi um movimento legítimo contra os retrocessos promovidos pelo governo de Michel Temer e materializados nas reformas da previdência e trabalhista. Tais reformas ameaçam direitos duramente conquistados com décadas e luta e, portanto, é tão legítimo quanto legal o protesto público, uma vez que vivemos em um Estado Democrático de Direito. Não podemos aceitar um estado de exceção, onde além de nossos direitos conquistados, a administração tente usurpar, também, os direitos fundamentais do povo como a liberdade de expressão.

Só a luta muda a vida!
Resistir sempre, desistir jamais!

sábado, 29 de abril de 2017

Saída da Gestão do Sinasefe IFSul dos Companheiros Leandro (Camaquã); Osni (CaVG); Maria Lúcia (CaVG); Vitor (CaVG) e Francilon (Santana do Livramento). Seguem os motivos:

Ao fazer parte dessa Gestão nosso objetivo principal era de expandir e consolidar nosso Sindicato em âmbito regional. Nossa política sempre foi o Sindicato Multicampi. No qual todos e todas pudessem se sentir partícipes do processo sindical. Nossa ideologia sempre foi a garantia de participação de todos os Campi, levando essas discussões para todos. A criação do Conselho de Representantes foi uma vitória incomensurável, pois, assim, conseguimos escutar os anseios e as sugestões de toda nossa base. Essa iniciativa foi coordenada diretamente pela companheira Maria Lúcia, ainda durante a Gestão anterior. Foi uma árdua batalha, pois toda mudança gera desconforto com quem estava sempre acostumado às mesmices. Mas conseguimos implantar. Porém, como dentro de nossa Gestão existem integrantes que não coadunam com nossas políticas de Sindicato Multicampi, baseada no diálogo com as bases, resolveram começar a gerar desconforto no grupo e a utilizar todas as justificativas possíveis e inimagináveis para nos desestruturar. Como estamos divididos em nossa construção de Política Sindical Multicampi, era natural que tivéssemos embates completamente desnecessários.

Levamos a todos os Campus diversos palestrantes, no intuito de esclarecer nossos filiados e servidores em geral em relação às políticas de retirada de direitos. Com isso, oportunizamos discussões proeminentes que serão de grande valia para o enfrentamento com o Governo Temer. Mas como sempre, o centralismo saudosista de alguns integrantes da Gestão gerou conflitos, mais uma vez desnecessários, e infundados. Uma vez que achavam gastos supérfluos levar essas discussões a outros campus.

No dia 20/04/2017 realizamos uma Reunião de Gestão para discutir os rumos que daríamos ao nosso sindicato. Naquele momento, alguns integrantes deixaram claro que não concordavam com o Multicampismo implantado por nós e encabeçado diretamente pela companheira Maria Lúcia. “Queriam de volta o Sinasefe em um único Campus localizado em Pelotas”. Tivemos discussões pessoalizadas, de cunho moralmente ridículo. Conversamos a respeito do caso “Seu Zé” (Funcionário que trabalha a 27 anos no Sinasefe IFSul) e foi consenso não demiti-lo em hipótese nenhuma. Além disso, ficamos preocupados como ele ficaria sem receber seu salário, após os 15 dias de licença saúde que "Seu Zé" estava gozando. Para corroborar com essa deliberação, temos a Ata da Reunião e conversas pelo Whatsapp. Ainda sobre este tema, a preocupação de parte da gestão era justamente o contrário, evitar  prejudicar o referido funcionário, por isso foi solicitado parecer jurídico sobre a possibilidade de continuarmos a pagar o seu salário. O referido parecer apontou que o sindicato, LEGALMENTE, só poderia pagar o salário nos primeiros 15 dias de sua licença saúde e após passaria para o INSS. No entanto, como o funcionário já é aposentado, o que inviabilizava este pagamento, foi acordado que outras formas de auxílio deveriam ser estudadas como alternativa.

Este é outro aspecto  que nos propusemos durante este período que participamos da gestão do sindicato. Em nenhum  momento práticar qualquer ato que tenha indícios de ilegalidade. Não compactuamos com o mal feito, com o “jeitinho”, com a “camaradegem”, que afrontam a impessoalidade e a isonomia. TODOS os filiados tem os mesmos direitos e as mesmas obrigações. Enfrentamos os ranços antigos e propomos mudar rotinas para melhor atender os filiados, razão maior da existência deste sindicato. Não aceitamos que filiados de campus distantes de Pelotas não tenham acesso a serviços, convênios e facilidades proporcionadas para os que estão próximos. Fizemos ações no sentido de resolver coisas simples, como, por exemplo, facilitar o acesso a informações para os filiados, que o telefonema de um filiado fosse atendido, que um email fosse respondido.  Mas é dureza, mexer em rotinas arraigadas incomoda.  

Temos certeza que a política Multicampi incomoda e dasafia a velha aristrocracia sindical, que se intitula detentora do poder vitalício.  O que é ser sindicalista? É uma questão sobre a qual precisamos refletir. Ser sindicalista é ter um dia participado da fundação de um sindicato? Um dia ter participado de uma direção sindical? Ser sindicalista é estar filiado há muito tempo? Obviamete que não. Sindicalista não é um diploma que valerá para a vida toda. Sindicalista são todos os que constroem Lutas diariamente. Sindicalistas são pessoas que, acima de tudo, respeitam a democracia.

No dia 24/04/2017 foi realizado uma Assembleia, cuja pauta não mencionava, em nenhum momento, o tema "Seu Zé". Mas em uma tentativa teatral, integrantes da Gestão resolveram, ao seu bel prazer, “adicionar” tal pauta. Cabe aqui destacar, que de forma covarde, rasteira, golpista e, acima de tudo, antidemocrática citaram o nome de nossa companheira Maria Lúcia, acusando-a de querer demitir o "seu Zé" sem nenhuma prova, argumento ou verdade. Utilizaram argumentos pífios e infundados, que somente demonstraram as práticas carcomidas de alguns integrantes da Gestão e de seus comparsas. Além disso, a companheira Mária Lúcia, QUE ESTAVA CUIDANDO DE SEU PAI EM UMA CIRURGIA, não estava na referida Assembleia, na qual foi execrada. Como estamos acostumados, em nosso convívio Sindical, a práticas machistas, era natural esperar que todas as acusações fossem destinadas à companheira Maria Lúcia. A acusaram de CENTRALIZADORA, AUTORITÁRIA E DE TER UM PODER DE PERSUASÃO INCRÍVEL. Ora, companheiros, dizer em uma Assembleia que todas as deliberações e atitudes partiam da companheira Maria Lúcia coloca os outros integrantes da Gestão na linha da ignorância e da subalternidade. Dizer que por causa do poder de persuasão da companheira Maria Lúcia todos nós integrantes aceitamos suas deliberações é, no mínimo, menosprezar a capacidade cognitiva de todos os integrantes da atual Gestão. Em que pese, nós temos em mãos gravações da conversa que tivemos com "seu Zé", na qual fica clara a intenção de deixar ele livre para sair de férias quando quisesse. Garantindo que no retorno ele teria seu trabalho. Mas é fácil acusar a companheira Maria Lúcia, já que a mesma não estava presente na Assembleia. Por que falamos em machismo? Nós da Gestão sabemos, e temos provas, que o único companheiro que ainda mantinha sua posição de colocar "Seu Zé" à disposição era do sexo masculino. Mas aí perguntamos, por que então escolher a companheira Maria Lúcia para receber todas essas ofensas e acusações infundadas? Em mundo marcado pelo machismo e pela total falta de respeito para com as mulheres, a naturalização do machismo transforma qualquer mulher que assuma uma posição firme em AUTORITÁRIA. Qualquer mulher que possua "poder de articulação" em persuasiva. Qualquer mulher que consiga coordenar um "monte de machos" em CENTRALIZADORA. Temos que refletir sim, sobre o porquê de tantas acusações, adjetivações e pessoalizações somente na companheira Maria Lúcia.

Temos que avançar nas questões sindicais e políticas e não ficar centrando forças contra nós mesmos. Nosso inimigo é outro. É esse governo golpista e seus projetos de retirada de direitos da classe trabalhadora. Não podemos ficar perdendo tempo com picuinhas, fofocas e atitudes rasteiras que servem apenas para desmobilizar e desunir nossa categoria. Onde só tenha lugar um único Campus localizado na Cidade de Pelotas. Onde o corporativismo desnecessário seja utilizado constantemente. Pedimos desculpas a todos e todas que confiaram em nosso trabalho e acreditaram em nossa luta pela construção e consolidação de um Sindicato Multicampi. Sairemos dessa gestão, após concluirmos atividades anteriormente programadas por nós e com as quais estamos, cientes do quanto fizemos pelo crescimento político do Sinasefe IFSUL. Mas, neste momento crucial de uma batalha cruel contra esse governo golpista, precisamos focar em nossa luta que é garantir os Direitos dos trabalhadores que tanto lutaram para conquistá-los.

A luta continua!!!
Até breve!!!
Fora Temer!!!
Nosso inimigo é outro!!!
Não a naturalização do machismo!!!
Sindicalista não é diploma!!!

quarta-feira, 26 de abril de 2017

#28deAbril Greve Geral




Assembleia do Sinasefe-IFSul aprova adesão à Greve Geral de 28 de abril



A Assembleia Geral do IFSul, realizada na segunda-feira, 25, na sede do Sindicato aprovou, por ampla maioria, a adesão dos servidores do Instituto à Greve Geral do dia 28 de abril. O movimento paredista nacional tem como pauta o combate aos projetos do governo que dão conta da reforma trabalhista, reforma da previdência e terceirização irrestrita – recentemente aprovada e sancionada por Michel Temer.
Nos informes, a mesa falou sobre o 31º CONSINASEFE e destacou que, pela primeira vez, todos os representantes do Sinasefe-IFSul no Congresso participaram de grupos de elaboração de teses e participam, nos dias 29 de abril e 6 de maio, de duas reuniões de discussão de teses. Foi informado, ainda, que as atividades do dia 28/4, em Pelotas, estão sendo organizadas pelo Frentão e que até a quarta-feira, 26, será liberada a programação.

149ª Plena
Para a representação do Sinasefe-IFSul na 149ª Plenária Nacional de nosso Sindicato, foi aprovado o nome do servidor de Camaquã Romulo Paulsen como delegado de Base. O fórum, que será realizado em Brasília entre os dias 29 de abril e 1º de maio, terá como destaques de sua pauta os debates sobre conjuntura política e 31º CONSINASEFE.

Convocação da Greve Geral
Com o slogan “28 de Abril, vamos Parar o Brasil; Contra as reformas da Previdência e trabalhista e abaixo a Terceirização!” todas as centrais sindicais convocam, neste momento, uma Greve Geral em nosso país. A partir dessa unidade, a CSP-Conlutas (Central Sindical e Popular) intensificará todos os seus esforços para que, juntamente com todo o povo trabalhador, possamos derrotar as reformas e derrubar o governo Temer.